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SIMEGO participa de debate sobre a regulação de pacientes e cortes na complementação de exames do SUS 06/10/2017

O Sindicato dos Médicos no Estado de Goiás (SIMEGO) participou de uma  plenária temática, promovida pelo Conselho Regional de Medicina de Goiás (Cremego) para debater a regulação de pacientes para unidades de saúde. A reunião, realizada no dia 3, na sede do Conselho, também abordou os cortes na complementação de exames do Sistema Único de Saúde (SUS) pela Secretaria Municipal de Saúde de Goiânia. O evento contou com a presença de médicos, diretores do SIMEGO, conselheiros e diretores do Cremego e representantes das Secretarias Municipal e Estadual de Saúde.

 

            Para a presidente do SIMEGO, Pabline Marçal, é preciso parar de responsabilizar os médicos reguladores pela falta de vagas no sistema. “Temos recebido diversas denúncias de colegas que estão sendo pressionados a “criar” vagas para internação de pacientes. A situação ficou tão grave ao ponto de médicos reguladores receberem mandados de segurança que determinavam a internação de pacientes em UTIs. As vagas devem ser disponibilizadas pelos gestores, os médicos só tem o dever de realizar o trabalho de regulação”, afirmou.  

 

A plenária aprovou a criação de um grupo de trabalho para aprofundar as discussões do tema e normatizar procedimentos para a regulação e foi sugerido às Secretarias Municipal e Estadual de Saúde a implantação de programas de capacitação para os médicos que trabalham na regulação e para os que estão nas unidades de saúde e fazem rotineiramente a solicitação das vagas.

 

Sobre o outro ponto discutido na Plenária, os cortes na complementação de exames e cirurgias do Sistema Único de Saúde (SUS) pela Secretaria Municipal de Saúde  (SMS) de Goiânia, Pabline Marçal espera que a SMS reconsidere a decisão. “O valor pago pelo SUS para os exames, cirurgias e procedimentos estão muito defasados.   Sem a complementação  por parte da prefeitura de  Goiânia, em alguns casos, o valor a ser pago não cobrirá nem mesmo o custo dos exames e cirurgias. Desta forma, prestadores deixarão de realizar os procedimentos tanto cirúrgicos quanto exames de imagem e procedimentos laboratoriais.  E infelizmente, os pacientes  poderão ficar sem a cobertura de diversos exames, procedimentos e cirurgias”, finalizou.

 

            Uma Assembleia Geral Extraordinária (AGE) foi marcada para a próxima quarta-feira (11) para que a categoria discuta o problema e se mobilize na tentativa de sensibilizar a gestão para que reconsidere e revogue a portaria que corta a complementação para exames, procedimentos e cirurgia.

 

Com informações Cremego

 

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